TCE / Picciani - Contas a Pagar
- Apr 4, 2017
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Dos sete Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado – TCE, só restou solta a Conselheira Marianna Montebello Willeman que foi nomeada por Pezão em 17/06/2015 e empossada pelo corrupto Presidente Jonas Lopes, também afastado, e que denunciou seus colegas que agora foram presos: Aloysio Neves, Aluizio Gama, Domingos Brazão, José Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Nolasco. Portanto, a nova Conselheira não teve tempo suficiente para participar das falcatruas de seus colegas de trabalho.
Na delação de Jonas Lopes as autoridades perceberam o tamanho das improbidades que esses gatunos do TCE levaram a instituição que tem como objetivo principal fiscalizar as contas das prefeituras dos municípios fluminenses, da Assembleia Legislativa que é presidida pelo corrupto-mor Jorge Picciani e as do governo do Estado.
Como querer que isso funcione bem, se um Jonas Lopes é seu presidente e um Domingos Brazão o vice? Larápios conhecidíssimos da mídia e que ainda tem aos seus lados, Marco Antônio Alencar, filho de Marcelo e irmão de Marco Aurélio Alencar. José Graciosa, Aloysio Neves e José Nolasco também são por demais conhecidos por suas participações como deputados estaduais e várias outras mazelas.
Voltando à Conselheira que sobreviveu ao lastimável episódio que ocorreu nesta terça-feira, 29 de março, quando o Brasil tomou conhecimento que seis dos sete Conselheiros foram presos por corrupção. A Conselheira Marianna Montebello Willeman é filha de Tiers Montebello, Presidente do Tribunal de Contas do município do Rio de Janeiro, ex-delegado de Polícia do RJ e ex-diretor do DETRAN/RJ no governo Moreira Franco que, por sinal, está envolvido na Operação Lava-Jato.
Na sua posse, ao lado dos megas-corruptos Jonas Lopes e Domingos Brazão, Presidente e Vice do TCE, Marianna Montebello disse: “espero trabalhar arduamente e dignificar o cargo, para poder contribuir, de maneira firme, para o fortalecimento do controle externo da administração pública exercido pelo TCE, pois considero os Tribunais de Contas o eixo fundamental da República e da Democracia”. Bonitas palavras, porém, perto de figuras que só pensam “naquilo” que é benéfico para seus bolsos.
A grande verdade é que tanto o TCE como a ALERJ, representados por esses safados Conselheiros e pelo presidente Picciani, estão sem qualquer guarida perante a opinião pública, pois o tamanho e a dimensão da corrupção exercida por toda essa gente, deixa não só a população fluminense como todo o Brasil estarrecidos e acreditando que só mudando os nomes e não o procedimento, pouco mudará, mas, mais do que nunca, é preciso mudar os conceitos dos dirigentes desses órgãos. Tarefa difícil.
Os prefeitos da Velha Província agora, sem qualquer fiscalização, estão atônitos sobre seus futuros. O que vai ocorrer? O caso jamais aconteceu em qualquer Tribunal brasileiro, sobretudo, com esta “dose cavalar” ocorrida no Rio de Janeiro. O pessoal da corrupção dos últimos vinte anos da prefeitura de Niterói, principalmente, relacionado a construção civil, deve estar preocupado com essa situação existente. Aliás, a Operação Lava-Jato está sendo aguardada para que seja mostrada a cara daqueles que há muito estão levando vida-fácil, aqui e no exterior.
As contas a pagar, começam pela cadeia, entre outras coisas!

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